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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

OLHAR PARA TRÁS VAI LHE CUSTAR O AMANHÃ

 Texto Bíblico: "E a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal." 

(Gênesis 19:26)


O caminho da salvação e da restauração familiar é sempre um caminho de frente. Quando Deus enviou Seus anjos para tirar Ló e sua família de Sodoma, a instrução era clara: "Escapa-te... não olhes para trás". Mas o coração daquela mulher ainda estava preso ao que ela estava deixando, e esse olhar de nostalgia custou a sua vida e o seu futuro.

1. O Perigo do Coração Dividido

Muitas vezes, Deus nos dá a oportunidade de um novo nascimento (o batismo), mas insistimos em olhar para as práticas, os erros ou a condição civil e espiritual do passado. Para a mulher de Ló, o problema não foi apenas o movimento do pescoço, foi o desejo do coração.


  • Para a igreja: Não podemos ser "novas criaturas" que vivem suspirando pelos velhos costumes.

  • Para o lar: O homem, como sacerdote, deve liderar sua família para fora de "Sodoma", focando na santidade do amanhã e não na irregularidade do ontem.

2. O Preço da Nostalgia Espiritual

Olhar para trás nos paralisa. Uma estátua não caminha, não cresce e não frutifica. Quando uma irmã ou um líder fica preso a debates sobre o que era antes de Cristo, ou se sente impedido de avançar por causa de situações que precisam ser regularizadas (como o casamento civil), o inimigo usa o "olhar para trás" para gerar condenação.

  • O passado foi lavado no batismo (Atos 2:38).

  • O presente deve ser de organização e obediência.

  • O futuro (a Ceia, a plenitude) é o objetivo.

3. Deixe o Passado no Fogo e Foque na Promessa

Sodoma estava em chamas. Não havia nada lá que valesse a vida da mulher de Ló. Da mesma forma, não há nada na vida de pecado ou na desordem familiar que valha o seu amanhã com Deus.

  • Se você foi chamado para o batismo, você foi chamado para a frente.

  • Se você é um líder, sua mesa e seu altar doméstico devem refletir quem você é hoje em Cristo, não quem você foi.


Conclusão: O amanhã de Deus para sua vida e sua família é glorioso, mas ele exige que você solte as âncoras do passado. Regularize o que precisa ser regularizado, honre a quem deve honra e caminhe em obediência. Não permita que o peso do que passou te transforme em uma estátua espiritual.

Escapa-te por tua vida. O teu futuro começa agora!





Pastor Marcos Gomes
Servo de Jesus Cristo

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

APLICAI O CORAÇÃO AOS VOSSOS CAMINHOS

 A Chave Espiritual para um Ano Verdadeiramente Abençoado



“Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.”
(Ageu 1:5)

A virada de um ano sempre desperta em nós expectativas, planos e esperanças. Desejamos paz, saúde, estabilidade e conquistas. Isso é natural ao coração humano.

Mas existe uma pergunta mais profunda do que todas as outras:


O que realmente torna um ano abençoado?

A resposta não está em circunstâncias favoráveis, nem em resoluções pessoais, mas em um princípio espiritual revelado pelo próprio Deus:

“Aplicai os vossos corações aos vossos caminhos.”

Essa é uma chamada divina à reflexão espiritual.


1. O Problema não era externo, era espiritual

Nos dias do profeta Ageu, o povo enfrentava frustração e escassez.

Plantavam muito, mas colhiam pouco.
Trabalhavam, mas não prosperavam.
Buscavam satisfação, mas permaneciam vazios.

O problema não era falta de esforço — era falta de alinhamento com Deus.

Eles haviam priorizado suas próprias vidas, enquanto negligenciavam aquilo que era santo.

Por isso, Deus os chama não primeiro à ação, mas à reflexão:

“Considerai os vossos caminhos.”

Antes da restauração, vem o arrependimento.
Antes da bênção, vem o alinhamento.


2. Aplicar o coração é examinar a própria alma

Aplicar o coração significa parar e avaliar a própria vida à luz de Deus.

Significa perguntar:

Estou vivendo para Deus ou apenas para mim mesmo?
Minhas prioridades refletem a eternidade ou apenas o presente?

É um chamado ao realinhamento espiritual.

Aplicar o coração é:

Corrigir rotas.
Restaurar a comunhão com Deus.
Colocar o Senhor novamente no centro da vida.


3. O segredo da verdadeira prosperidade

A prosperidade bíblica não é ausência de dificuldades, mas a presença de Deus.

Quando Deus está no centro:

Há paz mesmo em meio às lutas.
Há direção mesmo em meio à incerteza.
Há segurança mesmo em meio às tempestades.

Como está escrito:

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.”
(Romanos 8:28)

Um ano abençoado não é um ano sem problemas, mas um ano vivido sob a direção e a presença de Deus.


4. O verdadeiro início de um novo tempo

Um novo ano não começa no calendário.

Começa no coração.

Começa quando decidimos:

Retornar à presença de Deus.
Renovar nossa fé.
Restaurar nossa comunhão.
Viver em obediência.

O altar é o verdadeiro ponto de partida de uma vida abençoada.


Conclusão Pastoral

Que esta palavra permaneça como um lembrete eterno:

Deus não está interessado apenas em nossos planos, mas em nosso coração.

Que não entremos apenas em um novo ano —
mas em uma nova vida de comunhão, fidelidade e dependência do Senhor.

Que cada dia seja vivido com o coração alinhado à vontade de Deus.

E que possamos, continuamente, aplicar o coração aos nossos caminhos.

Amém.




Pastor Marcos Gomes
Servo do Deus Altíssimo

sábado, 29 de agosto de 2015

RESPONSABILIDADE CRISTÃ

Quando Deus chama, a resposta é pessoal

Certa vez ouvi uma história que marcou profundamente minha compreensão sobre responsabilidade, e hoje compartilho com você:

É a história de quatro pessoas chamadas:
TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.

Havia um trabalho importante a ser feito.

TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUÉM faria.
QUALQUER UM poderia ter feito, mas NINGUÉM fez.

ALGUÉM ficou indignado, pois acreditava que era responsabilidade de TODO MUNDO.
Mas TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazer.

E NINGUÉM percebeu que TODO MUNDO não faria.

No final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

Uma história simples — mas com uma verdade profunda.


📖 Aplicação Espiritual: O perigo da omissão

Esta ilustração revela uma realidade presente também na vida cristã.

Muitas vezes, esperamos que “alguém” evangelize.
Esperamos que “alguém” ore.
Esperamos que “alguém” sirva.
Esperamos que “alguém” faça a obra que Deus nos mostrou.

Mas o Reino de Deus não avança com espectadores.
O Reino avança com servos disponíveis.

A Palavra do Senhor nos encoraja:

“E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos.”
(Gálatas 6:9)

O chamado de Deus não é coletivo no sentido de responsabilidade — ele é pessoal no sentido de resposta.

Cada um prestará contas daquilo que recebeu.


📖 Fé verdadeira produz ação

O apóstolo Tiago nos deixa um alerta direto:

“Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta.”
(Tiago 2:17)

A fé não é apenas algo que declaramos.
A fé é algo que vivemos.

Convicção verdadeira gera atitude.
Chamado verdadeiro gera resposta.
Amor verdadeiro gera serviço.

Onde há fé viva, há movimento.
Onde há compromisso, há ação.


🔥 O chamado não pode ser terceirizado

Na Igreja, na família, na sociedade e na obra do Senhor, não podemos viver esperando que outros façam aquilo que Deus nos chamou para fazer.

Se Deus revelou algo ao seu coração, é porque Ele confiou isso a você.

Deus não chama multidões para cumprir responsabilidades individuais.
Ele chama pessoas.

Ele chama você.


🙏 Decisão Espiritual

Que não sejamos parte de:

TODO MUNDO, que espera
ALGUÉM, que apenas reclama
QUALQUER UM, que adia
ou NINGUÉM, que se omite

Mas que sejamos aqueles que obedecem.

Aqueles que servem.
Aqueles que respondem.
Aqueles que fazem.

Pois no Reino de Deus,
a responsabilidade é pessoal,
o chamado é individual,
e a recompensa é eterna.



Que Deus abençoe sua vida e fortaleça seu compromisso com o chamado.

Com fé e responsabilidade,
Pr. Marcos Gomes


Gostou desta reflexão?
Deixe seu comentário e seu nome para oração.
Será uma alegria interceder por sua vida.
Meu desejo é que Deus o abençoe, fortaleça e conduza em Seu propósito.


terça-feira, 23 de junho de 2015

REFÚGIO INABALÁVEL


Quando Deus é a Nossa Segurança

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se lancem ao meio dos mares; ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (…) O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.”
(Salmos 46:1–3,11)

Vivemos em um mundo instável, onde circunstâncias mudam, estruturas falham e certezas humanas se desfazem. Há momentos em que tudo ao nosso redor parece tremer — sonhos, planos e até mesmo a nossa esperança.

Mas a Palavra de Deus nos revela uma verdade inabalável:
Deus continua sendo refúgio. Deus continua sendo fortaleza. Deus continua sendo socorro presente.

Ele não é um socorro distante.
Ele não chega atrasado.
Ele é presente. Ele é constante. Ele é fiel.


Pense nisto

Onde você tem colocado a sua confiança?
Em quem sua fé está firmada?
A quem você tem clamado nos dias de angústia?

Jesus nunca prometeu ausência de lutas, mas prometeu Sua presença nelas.

As Escrituras nos ensinam que as provações não são sinais de abandono, mas instrumentos de aperfeiçoamento. Elas revelam nossa dependência de Deus e fortalecem nossa fé.

Mesmo quando tudo parece contrário…

Mesmo quando as promessas parecem demoradas…

Mesmo quando há perdas, dores ou silêncio…

Existe uma certeza que sustenta o coração do que crê:

Deus permanece sendo refúgio.


A segurança não está nas circunstâncias — está na Presença

Nossa esperança não está no que vemos, mas em Quem está conosco.

O Senhor dos Exércitos não apenas observa sua batalha —
Ele luta por você.

O Deus de Jacó não apenas conhece sua dor —
Ele é o seu abrigo no meio dela.

Quando tudo ao redor se abala, aquele que está escondido em Deus permanece de pé.

Pois o refúgio não é um lugar.
O refúgio é uma Pessoa.


Declaração de Fé

Ainda que o mundo se abale, não temerei.
Ainda que as circunstâncias mudem, permanecerei firme.
Ainda que haja lutas, confiarei.

Porque o Senhor é o meu refúgio.
Porque o Senhor é a minha fortaleza.
Porque o Senhor está comigo.


Pense nisso:
Quem tem Deus como refúgio nunca está desamparado.


Com fé e confiança,
Pr. Marcos Gomes

quinta-feira, 26 de março de 2015

Amor: O Sentimento que se Torna Doação

“Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nada em troca; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo.”
(Lucas 6:35)

O amor é uma das palavras mais usadas e, ao mesmo tempo, mais mal compreendidas da humanidade. O mundo define o amor como um sentimento que depende de reciprocidade, emoção ou conveniência. Mas Cristo apresenta um amor completamente diferente um amor que doa, que serve e que permanece, mesmo quando não é correspondido.

Jesus ensinava Seus discípulos não apenas a sentir amor, mas a viver o amor como um princípio ativo da vida cristã.

O amor bíblico não é apenas um sentimento.    É uma decisão que se manifesta em ação.


1. O amor é um mandamento, não uma opção

Jesus declarou:

“Amai, porém, os vossos inimigos.”

Esta é uma das ordens mais desafiadoras do evangelho. Amar quem nos ama é natural. Amar quem nos rejeita é sobrenatural.

A Escritura afirma:

“Servi-vos uns aos outros pelo amor.” (Gálatas 5:13)
“O amor cobre uma multidão de pecados.” (1 Pedro 4:8)

O verdadeiro cristianismo não pode existir sem amor, porque o amor é a própria expressão do caráter de Deus.

Como está escrito:

“Deus é amor.” (1 João 4:8)

Isso significa que amar não é apenas um comportamento cristão — é uma evidência de que pertencemos a Deus.


2. O amor é demonstrado por atitudes, não apenas palavras

Vivemos em um tempo em que o amor é frequentemente declarado, mas raramente praticado.

O amor bíblico é visível.

Ele se expressa em atitudes, serviço, perdão e sacrifício.

O maior exemplo disso é o próprio Deus:

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)

Deus não apenas disse que nos amava. Ele demonstrou Seu amor na cruz.

O amor verdadeiro sempre se manifesta em ação.

José é um exemplo poderoso disso. Mesmo tendo sido traído por seus irmãos, escolheu perdoar e cuidar deles (Gênesis 45). Ele respondeu ao mal com o bem.

Isso revela uma verdade profunda:

O amor cristão não depende do que recebemos, mas do que decidimos oferecer.


3. O amor que não espera recompensa é o amor que agrada a Deus

Jesus ensinou:

“Fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga.”

O amor natural ama esperando retorno. O amor espiritual ama esperando agradar a Deus.

O cristão não ama para ser reconhecido. Ama porque foi transformado.

Moisés demonstrou isso quando orou pela cura de Miriã, mesmo depois de ter sido criticado por ela (Números 12:13).

O apóstolo Paulo também escreveu:

“Quando somos injuriados, bendizemos.” (1 Coríntios 4:12)

Isso é o amor em sua forma mais pura.

Não é um amor baseado em mérito humano, mas na graça divina.


4. O amor revela nossa identidade como filhos de Deus

Jesus declarou:

“Sereis filhos do Altíssimo. Pois Ele é benigno até para com os ingratos e maus.”

Deus demonstra graça até mesmo àqueles que O rejeitam.

Ele faz o sol nascer sobre justos e injustos.

Quando amamos dessa forma, refletimos o caráter do nosso Pai celestial.

Como ensinava R.C. Sproul, o amor cristão não nasce da capacidade humana, mas da transformação operada pelo Espírito Santo. Não é um amor que produzimos por nós mesmos, mas um amor que flui de um coração regenerado.


5. O maior exemplo de amor: Cristo na cruz

A maior demonstração de amor não foi dada em palavras, mas em sacrifício.

A humanidade estava condenada pelo pecado. Não havia solução humana.

Mas Deus, em Sua infinita misericórdia, entregou Seu próprio Filho.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito.” (João 3:16)

Cristo tomou sobre si a nossa culpa para nos dar vida.

Ele recebeu a nossa morte para nos dar Sua vida.

Este é o amor que salva.

Este é o amor que transforma.


Conclusão

O amor que Cristo ensina não é um sentimento passageiro. É uma entrega permanente.

Amar é servir.
Amar é perdoar.
Amar é agir, mesmo quando é difícil.

O amor é a evidência visível de uma vida transformada por Deus.

Quando amamos como Cristo amou, revelamos ao mundo que pertencemos a Ele.

E mais do que isso, vivemos a própria essência do evangelho.


Aplicação final

Pergunte a si mesmo:

Você tem amado apenas quem o ama?
Ou tem amado como Cristo o amou?

O amor humano busca reciprocidade.
O amor divino busca redenção.

Que o Espírito Santo produza em nós este amor verdadeiro.



Pr. Marcos Gomes

Servo do Deus Altíssimo

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Eis que estou à porta e bato



Um
homem havia pintado um lindo quadro, e no dia de apresenta-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo. 

Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas e muita gente interessante, pois o pintor tinha fama de grande artista.

Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. 

Houve caloroso aplauso. 
Era uma impressionante figura de Jesus batendo à porta de uma casa. 

Cristo parecia vivo. 
Com sua mão de dedos longos, batia suavemente e, com os ouvidos junto à porta, parecia querer ouvir se lá de dentro alguém respondia. Houve discursos e elogios. 
Todos admiravam aquela obra de arte.
Um observador curioso, porém, achou uma falha no quadro: a porta não tinha maçaneta. 
E foi perguntar ao artista: sua porta não tem maçaneta! 

Como se fará para abri-la?
É assim mesmo – respondeu o pintor 
Esta é a porta do coração humano: só se abre do lado de dentro...
Em  Apocalipse 3 ver. 20

O Senhor Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele , e ele, comigo.”

A porta de que Jesus se refere é a do nosso coração. 
Que não deve esta fechada para nada. 
Não importa o quão difícil seja nossa situação ou quão distante estejamos das pessoas ao nosso redor. Devemos deixar uma fresta para que possamos ouvir o soar da porta, o pedido de socorro. 
Em qualquer situação, em qualquer horário; seja manhã, noite ou madrugada. 
Estejamos sempre prontos a ouvir.
Entrar em nossa casa significa a entrada do Senhor Jesus Cristo em nossa vida. 
Ele nos alimenta com o Pão da Vida e com a Água da Vida, no sentido espiritual e material. 
Assim nunca mais teremos fome ou sede.

Caro Leitor você tem deixado sua porta aberta? 
Tem se permitido ouvir um amigo, um irmão que tenha batido em sua porta? 

Sabe aquele vizinho que tentou falar com você, enquanto, apressado, saia para o trabalho sem lhe dar atenção, e quando a noite retornou ficou sabendo que a tal pessoa o tal vizinho se atirou do sobrado de sua casa ou se enforcou. 
É quem sabe seu patrão nem perceberia seu atraso de 15 minutos, e nesse precioso minuto teria valido uma vida. 
Não deixe de atender um pedido. 
Não importa o quão atarefado esteja. 
Pode ser a porta que o Senhor Jesus precisa encontrar aberta para entrar.

Que Deus abençoe todos.

📖 No próximo post...

Na nossa próxima conversa, vamos mergulhar em um tema que muitos têm me perguntado: 

Quando a Resposta de Deus Desafia as Nossas Expectativas

. Você não pode perder, pois Deus tem uma resposta específica para essa área da sua vida!




#fé #Deus #gratidão #vivendoafé #Prmarcosgomesoficial

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

TOMANDO DECISÕES

“Tudo na vida depende das escolhas que fazemos e das decisões que tomamos.”

Essa frase parece simples  mas carrega uma verdade profunda.

Deus nos criou com algo extraordinário: o livre-arbítrio.


📖 O que é o livre-arbítrio?

É a capacidade individual de decidir, escolher e se autodeterminar.

É a liberdade concedida por Deus para optar entre obedecer ou não, servir ou não, caminhar na luz ou permanecer nas trevas.

E surge então uma pergunta importante:

❓ Por que Deus nos permite escolher?

Porque o amor verdadeiro não é imposto.
Relacionamento verdadeiro exige decisão voluntária.

Deus deseja filhos, não robôs.


⚖ Nem tudo o que é permitido convém

O apóstolo Paulo escreveu:

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm.”
(1 Coríntios 6:12)

Os coríntios usavam a liberdade como justificativa para comportamentos errados. Paulo ensina que liberdade não significa fazer tudo o que se deseja.

Liberdade não é satisfazer a carne.
Liberdade é viver de forma que agrade a Deus.

A pior prisão é acreditar que fazer a própria vontade é verdadeira liberdade.


🔥 A quem você decide servir?

A quem damos ouvidos, tornamo-nos servos.

Se ouvimos e praticamos a Palavra de Deus, somos servos do Senhor.
Se seguimos apenas os desejos da carne, tornamo-nos escravos das próprias vontades.

“Sujeitai-vos, pois, a Deus…”
(Tiago 4:7)

Deus nunca força uma decisão.
Mas cada escolha traz consequências.


📌 Calebe: um exemplo de decisão firme

Calebe viu os mesmos gigantes que os outros espias.
Enfrentou o mesmo cenário.

Mas decidiu confiar.

“Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito…”
(Números 14:24)

Quarenta e cinco anos depois, ele ainda estava firme, forte e vitorioso (Josué 14:6-12).

O futuro de Calebe foi construído pelas decisões do presente.


🌱 A Lei Espiritual da Colheita

Colhemos hoje o que plantamos ontem.
E colheremos amanhã o que plantamos hoje.

“Tudo me é lícito, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.”
(1 Coríntios 6:12)

Cada pensamento cultivado, cada amizade escolhida, cada hábito alimentado molda nosso destino.


🙏 Conclusão

O livre-arbítrio é um presente — mas também uma responsabilidade.

Você vai escolher.
A questão é: o que está escolhendo hoje?

Seu futuro está sendo construído agora.

Que suas escolhas glorifiquem a Deus.
Que suas decisões construam um legado.
Que sua liberdade seja usada para viver a verdadeira vida em Cristo.

Que Deus abençoe sua vida grandiosamente.

Pr. Marcos Gomes
Servo do Deus Altíssimo





quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O Poder das Palavras


Olá, caros leitores(as).

Escrevo esta mensagem como uma breve reflexão  uma orientação necessária para os nossos dias.

Certa mulher comentou repetidas vezes que seu vizinho era ladrão. Falou tanto, com tanta convicção, que o rapaz acabou sendo preso.


Dias depois, descobriu-se que ele era inocente.

O jovem foi solto e decidiu processar a mulher por difamação.
Diante do juiz, ela tentou se justificar:

— Foram apenas comentários. Não imaginei que causariam tanto mal.

O juiz então respondeu:

— Escreva tudo o que disse em um papel. Depois rasgue em pequenos pedaços e espalhe pelo caminho até sua casa. Amanhã volte aqui.

Ela obedeceu.

No dia seguinte, o juiz lhe disse:

— Agora recolha todos os pedaços de papel.

— Isso é impossível! O vento já os espalhou. Não sei onde estão!

O juiz concluiu:

— Assim também são as palavras. Depois de ditas, espalham-se e não podem mais ser recolhidas.

Essa história nos leva a uma pergunta importante:

Como temos usado a nossa língua?
Para edificar ou para destruir?
Para abençoar ou para espalhar suspeitas?

A Palavra de Deus nos orienta claramente:

“Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam pacíficos e amáveis, tratando todos com educação.” (Tito 3:2)

E também:

“Estás sempre falando contra teu irmão e caluniando o filho de tua mãe.” (Salmos 50:20)

A santidade não envolve apenas nossas atitudes visíveis, mas também nossas palavras.

Jesus nos ensinou que “a boca fala do que está cheio o coração”. Se nossas palavras ferem constantemente, talvez seja o momento de pedir ao Senhor que transforme o nosso interior.

Palavras podem destruir reputações, famílias e amizades.
Mas também podem curar, restaurar e salvar.

Que escolhamos ser instrumentos de bênção.

Que Deus abençoe a todos.

— Pastor Marcos Gomes




sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

A Borboleta e o Homem

Algumas vezes, o esforço é exatamente o que precisamos em nossa vida.

Certo dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou-se e começou a observar a borboleta que tentava sair dali. Durante horas, ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse por aquele pequeno espaço.

Parecia exausta.
Chegou um momento em que parecia não haver mais progresso. Era como se tivesse ido até onde podia — e não conseguisse mais avançar.


Movido por compaixão, o homem decidiu ajudar.
Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.

A borboleta saiu facilmente.

Mas havia um problema.

Seu corpo estava murcho, pequeno, e suas asas estavam amassadas. O homem continuou observando, esperando que, a qualquer momento, as asas se abrissem e se fortalecessem para sustentar o corpo.

Nada aconteceu.

A borboleta passou o resto da vida rastejando, incapaz de voar.

O que o homem, em sua boa intenção, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário para atravessar aquela pequena abertura eram o processo natural que fazia o fluido do corpo da borboleta ir para as asas, fortalecendo-as para o voo.

Sem o esforço, não haveria voo.

Assim também é conosco.

Algumas vezes, o processo que desejamos evitar é exatamente o que Deus está usando para nos fortalecer.

Se o Senhor nos poupasse de todos os obstáculos, talvez nos tornássemos frágeis.
Não desenvolveríamos resistência.
Não amadureceríamos.
Não aprenderíamos a confiar.

E talvez… nunca voaríamos.

Que possamos entender que as lutas não são punições, mas instrumentos de crescimento.

Que Deus abençoe todas as famílias.

— Pastor Marcos Gomes



#fé #Deus #processos #crescimento #vida #esperança #força #JesusCristo #familia 

sábado, 31 de março de 2012

MOVENDO O CORAÇÃO DE DEUS


Diariamente, ao meio-dia  respondeu o Zé, com um brilho nos olhos. Ele vem, fica ao pé da cama. Quando olho para Ele, sorri e diz:
“Oi, Zé, é o Jesus!”

Ao meio-dia, um pobre velho entrava no templo e, poucos minutos depois, saía. Certo dia, o pastor, desconfiado, perguntou-lhe o que vinha fazer ali, pois havia objetos de valor no templo.


— Venho orar — respondeu o velho.

— Mas é estranho que você consiga orar tão depressa — disse o pastor.

— Bem — retrucou o velho — eu não sei recitar aquelas orações compridas. Diariamente, ao meio-dia, eu entro neste templo e apenas digo:

“Oi, Jesus, é o Zé.”

Em um minuto já estou de saída. É só uma oraçãozinha… mas tenho certeza de que Ele me ouve.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado em um hospital. Na enfermaria, passou a exercer grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes tornaram-se alegres. Pessoas abatidas passaram a ter esperança.

Certo dia, a enfermeira lhe disse:

— Os outros pacientes comentam que foi o senhor quem mudou o ambiente aqui. Dizem que o senhor está sempre tão alegre…

— É verdade, irmã. Estou sempre alegre. É por causa da visita que recebo todos os dias, trazendo-me felicidade.

A enfermeira ficou surpresa. A cadeira ao lado da cama de Zé estava sempre vazia. Ele era um homem solitário.

— Que visita? A que horas?

— Diariamente, ao meio-dia — respondeu ele, com os olhos brilhando. — Ele vem, fica ao pé da cama. Quando olha para mim, sorri e diz:
“Oi, Zé, é o Jesus!”


Essa ilustração nos faz refletir sobre o cuidado que Deus tem por Seus filhos, independentemente da condição financeira, da cor da pele, do nível de instrução ou da forma como se expressam.

Muitas vezes pensamos que precisamos de palavras sofisticadas, discursos longos ou rituais elaborados para que Deus nos ouça. Mas a verdade é que o que move o coração de Deus não é a eloquência — é a fé.

Aquele velho, que aos olhos humanos era pobre, na verdade era riquíssimo. Ele compreendeu algo profundo e simples ao mesmo tempo: Deus não procura palavras bonitas; Deus procura corações sinceros.

Como está escrito:

“De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que O buscam.”
Hebreus 11:6

Não é no muito falar que alcançamos o coração de Deus.
É na fé verdadeira.
É na confiança genuína.
É na simplicidade de um coração que crê.

Que possamos aprender com o velho Zé:
Às vezes, tudo o que o céu espera é apenas um sincero:

“Oi, Jesus, sou eu.”

E que essa fé simples, mas profunda, mova o coração de Deus em nosso favor.

Que Deus abençoe sua vida.

Pastor Marcos Gomes