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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O PINTOR DE QUADROS

 

Um homem havia pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao público, convidou autoridades, fotógrafos, jornalistas e admiradores da arte, pois era conhecido como um grande artista.

Chegado o momento, retirou-se o pano que cobria a tela. Houve calorosos aplausos. Era uma impressionante imagem de Jesus batendo à porta de uma casa. Cristo parecia vivo. Com seus dedos longos, batia suavemente. Com o ouvido inclinado junto à porta, parecia esperar atentamente por uma resposta.

Entre elogios e discursos, todos admiravam a obra.

Um observador, porém, notou algo curioso:
— A porta não tem maçaneta. Como será aberta?

O pintor respondeu:
— Esta é a porta do coração humano. Ela só pode ser aberta pelo lado de dentro.

Em Apocalipse 3:20, o Senhor Jesus declara:

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.”

A porta a que Jesus se refere é a do nosso coração. Ele não invade. Ele não arromba. Ele bate.

Não importa quão difícil seja nossa situação ou quão distante estejamos das pessoas ao nosso redor — sempre deve haver uma fresta sensível, pronta para ouvir.

Entrar em nossa casa significa permitir que Cristo entre em nossa vida. Ele nos alimenta com o Pão da Vida e sacia nossa sede com a Água Viva — no sentido espiritual e eterno.

Mas há também um segundo chamado nessa mensagem.

Quantas vezes alguém bate à nossa porta?
Um vizinho.
Um amigo.
Um irmão.

Talvez alguém que precisava apenas de alguns minutos de atenção.

Às vezes, quinze minutos podem não fazer diferença para o patrão… mas podem salvar uma vida.

Não deixe de atender quando alguém bater.
Pode ser o próprio Senhor Jesus buscando entrar — ou usando você como resposta para alguém.

E você, caro leitor:
Tem deixado sua porta aberta?

Que Deus abençoe a todos.

— Pastor Marcos Gomes

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A ORAÇÃO QUE DEUS OUVE



O Senhor Jesus nos ensinou como devemos orar:

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.”
(Mateus 6:6)

É importante ler todo o contexto (Mateus 6:5–8). Naquele tempo, havia pessoas que oravam nas praças, em voz alta, com palavras eloquentes e bem elaboradas. Porém, aquelas orações não eram dirigidas a Deus — eram feitas para impressionar os homens.

Jesus também mencionou as orações dos gentios, cheias de repetições vazias. Pessoas que acreditavam que, por muito falarem, seriam ouvidas. Mas Deus não se impressiona com quantidade de palavras.

Deus olha o coração.


A ORAÇÃO QUE NÃO PASSA DO TETO

Na parábola do fariseu e do publicano (Lucas 18:9–14), Jesus mostra claramente dois tipos de oração.

O fariseu orava com orgulho, exaltando a si mesmo. Sua oração era religiosa, mas vazia. Não tocou o coração de Deus.

O publicano, reconhecendo sua condição, apenas clamou por misericórdia. Sua oração era simples, mas sincera. E foi essa que chegou aos céus.

A oração que Deus ouve não é a mais bonita — é a mais verdadeira.


ORAÇÃO EM SECRETO

Quando Jesus fala sobre entrar no quarto e fechar a porta, Ele não está proibindo a oração pública. Afinal, nós, como pastores, oramos pelo povo em cultos, reuniões, rádio e outros ambientes.

O que o Senhor ensina é que a oração precisa nascer no secreto do coração.

Podemos orar em público, mas jamais para o público.

A oração é um diálogo com o Pai — não um discurso para plateia. Não é monólogo, é comunhão. É relacionamento.

Ela deve ser:

  • Sincera

  • Espontânea

  • Cheia de fé

  • Livre de teatralidade


DOIS PRINCÍPIOS IMPORTANTES

Gostaria de destacar dois aspectos fundamentais da oração:

1️⃣ Depois de falar, aprenda a ouvir.

Orar não é apenas apresentar pedidos. É também silenciar e permitir que o Espírito Santo fale ao coração. Muitas vezes Deus fala no silêncio.

2️⃣ Depois de orar, confie.

Quem ora com fé não precisa repetir o pedido em desespero. Entrega e descansa. Confia no caráter fiel de Deus.

A fé é a certeza de que Ele ouviu.


Que nossas orações sejam verdadeiras.
Que saiam do íntimo da alma.
Que não sejam religiosas, mas relacionais.

Que Deus ouça cada clamor sincero e traga consolo aos que choram, paz aos aflitos e esperança aos corações abatidos.

Deus abençoe sua vida.

Pastor Marcos Gomes