Certo dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou-se e começou a observar a borboleta que tentava sair dali. Durante horas, ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse por aquele pequeno espaço.
Parecia exausta.
Chegou um momento em que parecia não haver mais progresso. Era como se tivesse ido até onde podia — e não conseguisse mais avançar.
Movido por compaixão, o homem decidiu ajudar.
Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta saiu facilmente.
Mas havia um problema.
Seu corpo estava murcho, pequeno, e suas asas estavam amassadas. O homem continuou observando, esperando que, a qualquer momento, as asas se abrissem e se fortalecessem para sustentar o corpo.
Nada aconteceu.
A borboleta passou o resto da vida rastejando, incapaz de voar.
O que o homem, em sua boa intenção, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário para atravessar aquela pequena abertura eram o processo natural que fazia o fluido do corpo da borboleta ir para as asas, fortalecendo-as para o voo.
Sem o esforço, não haveria voo.
Assim também é conosco.
Algumas vezes, o processo que desejamos evitar é exatamente o que Deus está usando para nos fortalecer.
Se o Senhor nos poupasse de todos os obstáculos, talvez nos tornássemos frágeis.
Não desenvolveríamos resistência.
Não amadureceríamos.
Não aprenderíamos a confiar.
E talvez… nunca voaríamos.
Que possamos entender que as lutas não são punições, mas instrumentos de crescimento.
Que Deus abençoe todas as famílias.
— Pastor Marcos Gomes
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