Olá, caros leitores(as).
Escrevo esta mensagem como uma breve reflexão uma orientação necessária para os nossos dias.
Certa mulher comentou repetidas vezes que seu vizinho era ladrão. Falou tanto, com tanta convicção, que o rapaz acabou sendo preso.
Dias depois, descobriu-se que ele era inocente.
O jovem foi solto e decidiu processar a mulher por difamação.
Diante do juiz, ela tentou se justificar:
— Foram apenas comentários. Não imaginei que causariam tanto mal.
O juiz então respondeu:
— Escreva tudo o que disse em um papel. Depois rasgue em pequenos pedaços e espalhe pelo caminho até sua casa. Amanhã volte aqui.
Ela obedeceu.
No dia seguinte, o juiz lhe disse:
— Agora recolha todos os pedaços de papel.
— Isso é impossível! O vento já os espalhou. Não sei onde estão!
O juiz concluiu:
— Assim também são as palavras. Depois de ditas, espalham-se e não podem mais ser recolhidas.
Essa história nos leva a uma pergunta importante:
Como temos usado a nossa língua?
Para edificar ou para destruir?
Para abençoar ou para espalhar suspeitas?
A Palavra de Deus nos orienta claramente:
“Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam pacíficos e amáveis, tratando todos com educação.” (Tito 3:2)
E também:
“Estás sempre falando contra teu irmão e caluniando o filho de tua mãe.” (Salmos 50:20)
A santidade não envolve apenas nossas atitudes visíveis, mas também nossas palavras.
Jesus nos ensinou que “a boca fala do que está cheio o coração”. Se nossas palavras ferem constantemente, talvez seja o momento de pedir ao Senhor que transforme o nosso interior.
Palavras podem destruir reputações, famílias e amizades.
Mas também podem curar, restaurar e salvar.
Que escolhamos ser instrumentos de bênção.
Que Deus abençoe a todos.
— Pastor Marcos Gomes
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