“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.”
(Oséias 4:6)
Vivemos em tempos decisivos para a nossa nação. Em anos eleitorais, muitos cristãos se perguntam: qual deve ser o nosso papel diante da política?
Alguns afirmam que política e fé não devem se misturar. No entanto, quando olhamos para as Escrituras, vemos que Deus levantou homens tementes para exercer influência em governos e administrações.
José governou no Egito.
Daniel exerceu autoridade em um império estrangeiro.
Neemias foi governador.
Davi e Salomão foram reis.
Isso nos mostra que Deus pode usar pessoas comprometidas com Ele em posições de liderança.
Entretanto, é importante lembrar: nossa confiança não está em homens, partidos ou sistemas. Nossa confiança está no Senhor.
A Igreja não foi chamada para dominar politicamente, mas para influenciar moral e espiritualmente por meio de valores do Reino: justiça, verdade, misericórdia e integridade.
Quando o cristão se omite completamente da sociedade, ele deixa de exercer sua responsabilidade como cidadão. Por outro lado, quando coloca sua esperança absoluta em líderes humanos, corre o risco de se frustrar.
O equilíbrio está na consciência.
Precisamos:
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Orar pelas autoridades (1 Timóteo 2:1-2)
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Buscar discernimento
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Avaliar caráter, princípios e compromisso com valores éticos
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Exercer o voto com responsabilidade
O Salmo 33:12 declara:
“Feliz a nação cujo Deus é o Senhor.”
Uma nação é fortalecida quando seus cidadãos valorizam a justiça, a honestidade e o temor a Deus — em todas as áreas da sociedade.
A transformação do país começa no coração das pessoas.
Começa nas famílias.
Começa na Igreja vivendo o que prega.
Não se trata apenas de escolher representantes. Trata-se de sermos representantes do Reino onde estivermos.
Que cada cristão vote com consciência, ore com perseverança e viva de maneira coerente com o evangelho.
E que Deus tenha misericórdia da nossa nação.
Pastor Marcos Gomes

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